Portfólio de Andrea Portela
Projeto Horizontes























Projeto artístico 2025- 2026
Base conceitual
Horizonte: experiência, imaginação e criação de sentidos
São paisagens de viagens, lugares em que vivi e outros espaços imaginários. Todos metáforas da expansão do sentimento de olhar o que vem pela frente, fonte de relaxamento e sentido de passagem.
Vendas sob consulta
Série Passagens e Travessias












Lançamento 2026
Passagens é conceito expandido: atravessar técnicas, deslocar ideias, provocar rupturas. São travessias que transportam da pedra à água, da terra ao caos, do mineral ao vegetal, instaurando metáforas do tempo e da transformação.
O ciclo da vida é a grande travessia e faz pensar sobre as transformações inevitáveis: envelhecer, secar, murchar, acumular camadas. A arte, aqui, é metáfora da passagem do tempo e da vitalidade que persiste na transfiguração da matéria.
Venda sob consulta. Envie sua mensagem!
Série Futebol






Projeto artístico iniciado em 2026
Investiguei os álbuns de família, fotografias do time de futebol que meu pai era goleiro. O 1ºde maio. Lembrando histórias que ele contava, escolhi o aspecto fluido e fragmentado de um tempo em que o futebol era sociabilidade, arte e política.
O processo foi cheio de impressões, liberdade, bloqueios, dribles e gols.
Todas minhas séries são campos abertos de criação e continuidade.
Série Quase Presença









Os excessos de desejo provocados no capitalismo tardio nos tornam fartos de tudo e despertariam um desejo de fuga ou de suspensão do tempo. Embora esses momentos sejam próprios da natureza humana na busca de equilíbrio, como pequenos escapismos gerados pelo silêncio, pela música, no pensamento solto, na concentração, pela própria arte, quando nos desligamos do mundo de algum modo. Existem muitas questões e até enfermidades que apontam para o desprendimento de si, entre sentimentos causados na solidão, nas ausências, na discrição, nas distâncias, como reações a condições geradas pelo cotidiano de superexposição e coerções das identidades que nos fazem querer fugir do momento presente, seja para um futuro imaginário ou de volta ao útero.
Como nos apresentamos? Estamos nos olhando ou nos escutando de verdade? Como dialogamos ou consumimos nosso tempo? Como encaramos a realidade? São muitas questões possíveis.
Acredito que a arte pode nos despertar para inúmeras reflexões sobre como participarmos da vida mais plenamente e marcarmos nossa presença no mundo.






Série Natureza










